Avião cai em Minas Gerais e deixa cinco pessoas mortas

O avião particular, prefixo PR-ZMZ, caiu quando o piloto tentava aterrissar no Aeroporto de Patos de Minas

Um avião de pequeno porte caiu nas proximidades da cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, na manhã deste domingo (4). Segundo informações iniciais do Corpo de Bombeiros, quatro pessoas teriam morrido, sendo duas crianças e dois adultos. Porém, por volta das 15h a corporação comunicou a morte de uma terceira criança, totalizando cinco vítimas. Os militares disseram que devido ao estado da fuselagem do avião e das bagagens, este último corpo não havia sido visualizado anteriormente.

Os corpos ficaram presos aos destroços da aeronave e a Aeronáutica e a perícia da Polícia Civil foram acionadas para comparecer ao local do acidente. Os adultos foram identificados como Marcos Nogueira Chagas, 45 anos, e Carla Giannine Pereira Medina, 44 anos. Os nomes das crianças ainda não foram identificados, mas elas aparentam ter de 10 a 16 anos.

O avião particular, prefixo PR-ZMZ, caiu  quando o piloto tentava aterrissar no Aeroporto de Patos de Minas, que fica distante quatro quilômetros da área urbana. A aeronave caiu numa fazenda perto ao aeroporto, que não tem equipamentos de controle de voo, contando somente com a pista de pouso.

O avião acidentado decolou de Brasilia e fazia um vôo experimental.  A queda da aeronave aconteceu por volta das 11 horas.

Segundo os registros da Aeronáutica, o aviao de pequeno porte – prefixo PR – ZMZ, que caiu na  manhã deste domingo, pertence a Marcos Nogueira Chagas e estava em situação regularizada, mas ainda em condição “privada experimental”. Marcos Nogueira Chagas também foi registrado como operador da aeronave,  fabricada em 2013.

Por meio de nota, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou que ainda vai averiguar as causas da queda do avião. Segundo o Cenipa, os primeiros trabalhos da apuração – a chamada  “Ação Inicial da ocorrência” – serão feitos por investigadores do  Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III).

O trabalho corresponde à coleta de dados – “fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter observado a sequência de eventos”, informou a Aeronáutica. Ainda não foi definido prazo para divulgação do

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: